A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apresenta:
UniBH apresenta e patrocina:
 

Programação

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Mostra de Filmes • Portrait CN D • Centre national de la danse

3 de fevereiro

Ingressos: Entrada Franca

Filmes com extratos das obras dos coreógrafos:

Foto: Stéphane Barbier

Alain Buffard • les théâtres du moi • 2017, 34 min

Sinopse: Desde Good Boy,seu primeiro trabalho, ou o primeiro que  ele considera como tal, Alain Buffard coloca na cena seu próprio corpo, com  sua força e sua fraqueza, seu corpo potente e frágil ao mesmo tempo. A partir daí ele inventa continuamente mises en scène, algumas bem teatrais.Este procedimento vai servir de suporte para uma reflexão sobre os processos de formação e fabricação de identidades instáveis tremulantes,um tema recorrente em sua obra.Máscaras, camisas, perucas, ternos e poliestireno, sapatos de salto alto, corpos fragmentados servem compõem sua linguagem dramatúrgica. As peças de Alain Buffard, de More à Wall Dancin e Wall Fuckin, inventam um mapeamento similar a uma  caligrafia de identidade que nos permite estabelecer relações e nos identificar e faz com tudo que se passa na cena. Buffard em sua obra, passa de um gênero para outro em constante alternância de situações e mostra como estas contínuas alterações  podem fundamentar as próprias comunidades.

 

Com extratos das obras:

 – Les Inconsolés (2005), réalisation d’Alain Buffard et de Rémy Yadan, 2006

– MORE et encore (1999), réalisation de Sophie Laly, 1999

– INtime / EXtime (1999), réalisation de Sophie Laly, 1999

– My Lunch with Anna, réalisation d’Alain Buffard, 2005

– Good Boy (1998), réalisation de Vasco Riobom pour la Fondation Serralves – Porto, 2003

– Wall Dancin’ – Wall Fuckin’ (2003), réalisation de Sophie Laly, 2003

– Dispositifs 3.1 (2001), réalisation de Christophe Bargues, 2001

– Mauvais genre (2003), réalisation de Sophie Laly, 2004

 

Com a autorização de Fanny De Chaillé – legatária da obra de Alain Buffard e PI:ÉS,Centro nacional de arte e cultura Georges Pompidou.

Teaser: https://vimeo.com/288151500

 

 

Foto: Marc Dommage

Fanny de Chaillé • le décalage • 2018, 30 min

Sinopse: A obra de Fanny De Chaillé se utiliza bastante de momentos cômicos, numa via declaradamente burlesca na qual as coisas que acreditávamos estáveis,  vacilam ou descarrilham: de repente, damos com a porta na nossa cara, tropeçamos e caímos. Ficamos frente a frente com a nossa própria sombra assistindo ela  viver sua vida, falando sem abrir a boca, sem se fazer compreendido. Tudo nesta obra tem como referência a questão do problema do ritmo. Não se trata do bom ritmo, bons momentos, boas palavras no bom sentido. Brincando com  a arte como uma palheta de possibilidades de decolagens, (ele chega mesmo a usar a câmera de lado) Fanny De Chaillé inventa uma dança-teatro, que põe o dedo em situações agridoce, com as quais nos deparamos na própria vida tendo muita mais dificuldade de lidar.

 

Com extratos das obras:

–  Karaokurt, réalisation Aurélien Froment, 1996

–  Underwear (solo), réalisation de Sophie Laly, 2007

–  Passage à l‘acte, réalisation de Sophie Laly, 2011

–  CHUT, réalisation du CN D, 2015

–  Ta ta ta, réalisation de l’Association Display, 2005

–  Mmeellooddyy Nneellssoonn, réalisation de Sophie Laly, 2012

–  Je suis un metteur en scène japonais, réalisation de Sophie Laly, 2011

–  LE GROUPE, réalisation de Sophie Laly, 2014

–  Les Grands, réalisation de Sophie Laly, 2017

–  Underwear, pour une politique du défilé, réalisation de Sophie Laly, 2003

–  Gonzo conférence, réalisation de l’Association Display, 2007

–  Wake-up, concert pour 55 réveils préparés, 2003

 

Com a autorização de: Fanny De Chaillé De Chaillé, DISPLAY, Sophie Laly.

Teaser: https://vimeo.com/288152035

 

 

Foto: Dorothee Thebert

La Ribot • La Ribot ou la durée du geste • 2018, 30 min

Sinopse: O uso constante do nudismo na obra de Lá Ribot esconde alguma coisa. Alguma  outra coisa que vale a pena enxergar.Em princípio Lá Ribot adora lidar com a questão do tempo que ela estica o máximo que ela pode. Em algumas horas, como na obra Laughing Hole, as performers esgotam o gesto do riso até se acabarem de tanto rir. Ela também não  tem medo de retomar e repetir.

 

Com extratos das obras:

Muriéndose la sirena, Pièce distinguée n°1 (1993) / Treintaycuatropiècesdistingué&onestriptease 1991-2003, réalisation de Luc Peter, 2003

N°14, Pièce distinguée n°14 (1997) / Distinguished Hits 1991-2001, réalisation du Centre national de la Danse, 2016

Desasosiego, Pièce distinguée n°52 (2016) / Another Distinguée, réalisation du Collectif des routes, 2016

Gustavia (2008), conception de La Ribot et Mathilde Monnier, réalisation de Luc Peter, 2009

Forex, Pièce distinguée n°44 (2011) / PARAdistinguidas, 2011

40 Espontáneos (2004), réalisation de Jean-Yves Varin, 2004

– EEEXEEECUUUUTIOOOOONS !!! (2012), réalisation du CCN-Ballet de Lorraine, 2012

Laughing Hole (2006), réalisation de Luc Peter, 2009

19 equilibrios y un largo, Pièce distinguée n°19 (1997) / Distinguished Hits 1991-2001, réalisation du Centre national de la Danse, 2016

Sans titre IV, Pièce distinguée n°17 (1997) / Treintaycuatropiècesdistingué&onestriptease 1991-2003, réalisation de Luc Peter, 2003

 

Com a autorização de Maria La Ribot Cie, CCN – Ballet de Lorraine

Teaser: https://vimeo.com/270619526

 

 

 

Foto: Félix Ledru

Noé Soulier • écriture sur écriture • 2017, 15 min

Sinopse: Escrever é um tema que assombra o trabalho de Noé Soulier. Ou ele comenta e explica sua própria dança em voz alta enquanto a dança, ou ele escreve o movimento, fazendo uma referência voluntária aos códigos da dança clássica, ou ele escreve frases específicas que os dançarinos se apropriam à sua maneira, iniciando e terminando onde eles querem – a cada vez,  trata-se de pensar no que a escrita tem e pode acrescentar à dança. É sem dúvida essa crença na fecundidade da coreografia que faz a singularidade da proposta que Noé Soulier quer explorar.

 

Com extratos das obras:

– Hand catching signs (2013)

– Mouvement sur mouvement (2013), réalisation de Jérôme Fino, 2013

– Le Royaume des Ombres (2009), réalisation du Kaaitheater-Bruxelles, 2010

– Petites perceptions (2010), réalisation du Kaaitheater-Bruxelles, 2010

– Removing (2015), réalisation du TAP de Poitiers, 2016

– Movement materials (2014), réalisation d’Antoine Pierlot, 2014

– Signe blanc (2012)

– Faits et gestes (2016), réalisation de Sophie Laly, 2016

 

Com a autorização de Noé Soulier, ND Productions, Fondation Louis Vuitton 

Teaser: https://vimeo.com/288152650

 

 

 

Foto: Didier Olivré

Lisbeth Gruwez • de l’endurance • 2019, 30 min

Sinopse: Desde que ela escreveu suas próprias coreografias, depois de ter sido uma artista favorita dos grandes anos da dança flamenga, e em particular de Jan Fabre, Lisbeth Gruwez insiste na mesma temática: a exaustão do gesto, a resistência do movimento. Tudo deve persistir e resistir. Quer se trate de impulsos corporais hilariantes (AH / HA),  ou uma ondulação do tronco (Lisbeth Gruwez dança Bob Dylan) ou o surf de uma onda (The Sea Within), é sempre uma questão de extrapolar o movimento para além da razão, chegando a hipnose e, possivelmente, e talvez ao transe. Os corpos – tanto dos artistas quanto dos espectadores – lutam contra o cansaço, depois encontram a respiração e o sopro acertado  em tempo correto para suportar e sustentar a duração.

 

Com extratos das obras:

– L’origine, 2011, réalisé par Kris Kenis

– It’s Going To Get Worse and Worse and Worse, My Friend, 2012, réalisé par Voetvolk vzw

– Lisbeth Gruwez Dances Bob Dylan, 2015, réalisé par Voetvolk vzw

– The Sea Within, 2018, réalisé par Voetvolk vzw

– Ah/Ha, 2014, réalisé par Voetvolk vzw

– We’re Pretty Fucking Far From Okay, 2016, réalisé par Voetvolk vzw

– Penelope, 2017, réalisé par Voetvolk vzw

 

Com a autorização de Lisbeth Gruwez, Marteen Van Cauwenberghe, Voetvolk 

Teaser: https://vimeo.com/368256999

 

 

 

Foto: Danny Willems

 

Daniel Linehan • rythme et langage • 2019, 15 min

Sinopse: Daniel Linehan em duas palavras? Ritmo e linguagem. nós é o que dá sentido e velocidade aos nossos gestos. Às vezes, são sussurros simples, sílabas ou grunhidos decompostos (ruído digerido) e às vezes sentenças assinadas por Hugo Ball ou Platão. Às vezes, uma frase repetida sem parar (Not About Everything) e outras vezes palavras que os dançarinos exploram ao ritmo das luzes que acendem / apagam. Mas cada vez que a linguagem é o local em que o gesto encontra uma razão para nascer e inventar discursos sutis o tempo todo com reprises  e interrupções.

 

Com extratos das obras:

The Karaoke Dialogues, 2014, filmé au Kaaitheater à Bruxelles en 2014

Zombie Aporia, 2011, filmé à STUK à Louvain en 2015

– Not About Everything, 2007, filmé au festival Bouge B de deSingel à Anvers en 2017

– Un Sacre du Printemps, 2015, filmé à l’Opéra de Lille en 2015

– dbddbb, 2015, filmé au Kaaitheater à Bruxelles en 2016

– Flood, 2017, filmé au Kaaitheater à Bruxelles en 2017

 

Com a autorização de Daniel Linehan, HIATUS vzw/asbl

Teaser: https://vimeo.com/340671404

 

 

 

Foto: Miet Warlop

 

Miet Warlop • la désinstallation • 2019, 16 min

Sinopse: Gesso e tinta, água e plástico, objetos infláveis e esculturas explosivas, corpos de animais e próteses absurdas: o universo de Miet Warlop, performer plástico ou plástico performer, geralmente consiste em desinstalar o mundo de maneira lúdica, feroz e frequentemente destrutiva. Pistolas de pintura que borrifam branco leitoso (Big Bears Cry Too) ou soluções químicas explosivas, penas que voam por toda parte, decoração quebrada em escala programada, (Mystery Magnet): em todos os casos, o espaço cênico é destinado à assistir à sua própria reconfiguração. Mas esse clima  apocalíptico não é triste. Pelo contrário, é adequadamente criativo, porque no final o que conta é buscar viver em um novo equilíbrio, é o que nos convida o mundo derrotado por Miet Warlop. Em um mundo desinstalado, você sempre pode se reinstalar como quiser à sua maneira.

 

Com extratos das obras:

Horse. A Man, A Woman, A Desire for Adventure, 2017, réalisation de Miet Warlop / Irene Wool vzw

Dragging the bone, 2014, réalisation de Latitudes Prod (Lille)

Big Bears Cry Too, 2018, réalisation de Jan Bosteels

Mystery Magnet, 2012, réalisation de Pascal Poissonnier

Fruits of Labor, 2016, réalisation de Miet Warlop / Irene Wool vzw

Ghost Writer and the Broken Hand Break, 2018, réalisation de Jan Bosteels

 

Com a autorização de Miet Warlop, Miet Warlop / Irene Wool vzw, Jan Bosteels, Pascal Poissonnier, Latitudes Prod (Lille)

Teaser:https://vimeo.com/368256983

 

 

* Em colaboração com o CN D • Centre national de la danse (Paris / FR).

*Parceria com o projeto Terça da Dança

Detalhes

Data: 3 de fevereiro

Horários: Segunda às 19h

Duração: 2h50

Categoria: ,

Classificação: 16 anos

Local

Teatro Marília

Av. Prof. Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia
Belo Horizonte, Minas Gerais Brasil
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